sábado, 27 de maio de 2017

Faça Você Mesmo: Rádio de Galena


Titulo-ENSINOFAZER-pq1_thumb[1]_thumbEsta matéria foi produzida pelo Professor Luiz Ferraz Netto (leobarretos@uol.com.br). Esta matéria e muitas outras mais podem ser pesquisadas em: http://www.feiradeciencias.com.br.
Essa matéria é recomendada para alunos da 8a série e iniciantes em eletrônica.
Parte Experimental
Nas partes anteriores vimos de modo bastante simples de que modo podem ser produzidas as ondas eletromagnéticas e sua propagação pelo espaço. Nada melhor para fixar este aprendizado do que realizar algumas experiências simples com ondas de rádio, tanto na transmissão como na recepção.
Iniciamos com dois projetos bastante elementares de transmissores, servindo inclusive de base para Trabalhos Escolares e Feira de Ciências.
Introdução
Antes de existirem transistores ou válvulas, as ondas de rádio eram produzidas por técnicas que, à primeira vista, pode parecer estranhos aos alunos/leitores. Um deles era a bobina de centelha ou 
Bobina de Rumkorff, cujo aspecto é mostrado a seguir, em (a) e seu circuito esquemático, em (b):

Esta bobina consiste, na realidade, num transformador de alta tensão, de núcleo aberto, dotado de um vibrador acionado pelo magnetismo do próprio núcleo. Seu primário tem poucas espiras, mas seu secundário consta de milhares de voltas de fio, produzindo assim tensões muito altas. A menos do vibrador, isso que estamos descrevendo é exatamente a bobina de ignição automotiva (no caso, o vibrador é substituído pelo platinado do veículo).
Quando ligada a uma bateria, a bobina produz faíscas de alta tensão que, aplicadas a um circuito ressonante e de antena, produz ondas de rádio.


É claro que essas ondas não levavam informação alguma, pois são ondas contínuas (Continuous Waves  -- CW), mas podem propagar-se a distâncias enormes. Interrompendo em intervalos regulares estas ondas, pode-se estabelecer uma comunicação codificada através do código Morse. Marconi, Hertz e outros pesquisadores da era do rádio utilizaram este tipo de configuração para experiências de transmissão de ondas de rádio. Há uma variante desses transmissores na nossa Sala 15; clique aqui.
É claro que, com o desenvolvimento de novas técnicas, o advento das válvulas e depois dos transistores, a bobina de centelha para a produção de sinais de rádio se tornou peça de museu, mas nada impede que tenhamos uma configuração semelhante em nosso laboratório para algumas experiências.
Projeto 1
Transmissor de faíscas
O projeto que apresentamos é puramente experimental/didático, de modo que seu alcance não ultrapassa alguns metros, e sua freqüência não é bem controlada, o que significa que não deve ser aplicado em qualquer tipo de comunicação a longa distância. Abaixo segue o circuito esquemático:


O “centelhador” é na realidade um vibrador que rapidamente interrompe e estabelece a corrente que circula pelo circuito. Esta corrente excita a bobina e o capacitor que formam o circuito “ressonante”, produzindo assim a oscilação que se propaga pelo espaço na forma de ondas eletromagnéticas.
O manipulador nada mais é do que um interruptor (botão de campainha) que permite ligar e desligar a corrente no circuito, de modo a se enviar mensagens em código telegráfico (Morse). Para experimentações a 'técnica da lima' (substituir o interruptor por um fio esfregando numa lima) funciona muito bem.
A bobina L1 consiste de 100 voltas de fio comum (cabinho 22) num bastão de ferrite, e o capacitor variável é do tipo comum (1 secção) aproveitado de algum velho rádio.
Para colocar em funcionamento, ligue nas proximidades do transmissor um rádio de AM sintonizado em freqüência livre.
Aperte o manipulador e ajuste o vibrador para que ele entre em funcionamento (vibração) produzindo uma pequena centelha entre seus contatos. Neste ponto, um forte zumbido deve ser ouvido no rádio colocado nas proximidades, atestando seu funcionamento. Ajuste CV para a melhor recepção.
Nota: Observe que o sinal “se espalha” por boa parte da faixa de ondas médias. Este problema é que impede que o transmissor tenha aplicações diferentes das experimentais, pois interferiria em outras emissões.
Projeto 2Microtransmissor transistorizado
Uma versão moderna, de freqüência estável, pode ser montada com apenas um transistor, conforme a esquematização a seguir:


A montagem, em ponte de terminais, é a ilustrada abaixo.


A bobina L1 consiste de 80 voltas de fio, comum ou esmaltado (#22 ou #24), enroladas num bastão de ferrite de 10 a 15 cm de comprimento, 1,0 cm de diâmetro, com tomada na 40a espira. O transistor pode ser oBC548 ou qualquer equivalente de uso geral.
O variável pode ser aproveitado de um rádio transistorizado fora de uso.
Para ajustar o transmissor, que opera emitindo onda continua (CW), basta apertar o manipulador e ajustar CV para que seu sinal seja captado num radinho nas proximidades, sintonizado num ponto livre da faixa de ondas médias.

Lista de materialQ1 - BC548 ou equivalente - transistor de uso geral
L1 - descrita acima
CV - descrito acima
C1 - 22 nF - capacitor cerâmico
C2 - 100 nF - capacitor cerâmico
R1 - 10k, 1/8W - resistor (marrom, preto, laranja)
S1 - Manipulador ou interruptor de pressão
B1 - 3V ou 6V - 2 ou 4 pilhas pequenas
Diversos: fios, bastão de ferrite, suporte de pilhas, ponte de terminais, base de montagem etc.
Projeto 3Como construir um rádio "galena"
Os elementos necessários para a montagem de um rádio galena (seguindo o circuito da figura anterior) são simples e fáceis de serem encontrados nas lojas especializadas. São basicamente os seguintes:


1. Fio de cobre esmaltado para o enrolamento da bobina. Vamos precisar de 20 metros de fio # 24 (lojas de enrolamentos e consertos de motores);
2. Um tubo de PVC, ou mesmo, de papelão duro, para enrolar a bobina. Para se ter uma idéia grosseira desse tubo, basta dizer, que é possível substituí-lo pelo tubo de papelão no qual vem enrolando o papel higiênico. Esse tubo de material bom isolante elétrico tem comprimento de 10 a 12 cm e diâmetro entre 2,5 e 3,0 cm.
3. Um capacitor fixo. Seu valor é algo como 78 pF (leia 78 picofarad), disco ou cerâmico.
4. Um diodo de germânio para RF. Serve o tipo OA-90 ou equivalente (1N34 etc.)
5. Um fone de ouvido (cristal). Obtido de antigos rádios à pilha (os atuais fones de 8 ohms não servem!).
6. Fios longos para serem usados como antena e como “Fio-terra’’. Uns 20 metros de cabinho # 22 devem ser suficientes.
É claro, necessitamos das especificações técnicas de cada um destes elementos, pois do contrário, nenhuma loja poderá nos fornecer o material adequado. Damos estas especificações, acima, junto com a lista dos materiais. É possível que você não entenda exatamente o que elas significam; mas, pode estar certo de que, o homem da loja, ao ler a especificação, saberá, com exatidão, o que está sendo pedido.
Em linhas gerais, a montagem de um rádio galena pode ser resumida nos itens abaixo.


1. Enrolar o fio esmaltado #24, no tubo, para obter uma bobina com núcleo de ar. Deixar 15 cm livre em cada extremidade e lixar essas extremidades para retirar o esmalte protetor (detalhe acima à esquerda).
2. A seguir, os diferentes elementos deverão ser ligados como mostra a figura acima. Seu professor ou um amigo técnico em eletrônica poderá auxilia-lo nessa etapa.
Eis duas montagens caseiras:


Projeto 4Transmissor e Receptor Mínimos
Esse projeto já se encontra descrito na Sala 15 - Eletrônica sob o título: Transmissor/Receptor Elementar 2. Para se transferir para lá, clique aqui.
Projeto 5Galena - versão 2
Como se sabe, um rádio galena (também denominado 'receptor de germânio', pelo fato do diodo de germânio substituir o cristal de galena) não necessita de fonte de alimentação própria para seu funcionamento; uma simples antena e uma boa tomada de terra asseguram seu rendimento.
A antena pode ter um comprimento de 20 a 30 m, dependendo de quão afastado você está da emissora de 'broadcasting'; ela poderá ser do tipo L ou T. A tomada de terra pode ser a torneira do cavalete do 'relógio da água' que faz parte da canalização urbana; também poderá ser realizada enterrando-se uma vareta revestida de cobre (obtida em casas especializadas de material elétrico) em local bem umedecido.
A bobina de sintonia pode ser feita com um tubo de PVC de 3,0 cm de diâmetro. Para sintonizar as rádios de ondas médias (tradicional OM), o enrolamento L1 comportará 40 espiras juntas e L2 com 120 espiras juntas, com tomada na 45a espira a contar da extremidade de terra. L1 e L2 são enrolados no mesmo sentido e o espaçamento entre os dois enrolamentos deve ser de 3 mm. Ambos os enrolamentos usam fio de cobre esmaltado de diâmetro 0,2 mm.
Para receber ondas longas, L1 terá 80 espiras e L2 terá 220 espiras, com tomada na 80a contadas a partir da extremidade que vai ligada em terra.
O capacitor variável (CV) poderá estar compreendido entre 400 pF e 500 pF; podendo-se usar tanto o tipo de dielétrico de ar como o de mica. O capacitor (C1) que vai em paralelo com os fones de ouvido (filtro para a rádio-freqüência) é de 1500 pF, cerâmico.
O diodo (D1) é do tipo de germânio e poderá ser um OA79, OA85, 1N34 etc. Os fones de ouvido devem ser de alta impedância; 2000 ohms ou mais.


A seletividade desse receptor não é muito alta, mas atende perfeitamente nossos motivos didáticos. Sua apresentação (e discussão) em Feira de Ciências é altamente recomendada,  não só por esclarecer os princípios da rádio-difusão, mas por tratar-se de uma aplicação totalmente ecológica e sem o consumo de nenhuma energia extra (a não ser aquela já transportada pela própria onda eletromagnética).
Projetos de Consulentes do Feira de Ciências
Do jovem João Gerônimo, tive a satisfação de receber um e-mail com a seguinte contribuição:
Criei um circuito de Radio Galena, com base em vários estudos. Achei diversos tipos de circuitos de Radio Galena, uns até usando válvulas!
Mas estudei mais o circuito do Prof. Léo. O meu tem algumas modificações, como:

- Em vez de usar um capacitor variável, uso um Resistor variável de 1k5;
- Mudei o valor do capacitor, de 78 pF para 150 pF;
- Em vez de usar o galena uso o diodo de silício.

Essas modificações fizeram com que meu "galeninha", como gosto de chamá-lo, funcionar com um volume relativamente alto! Isso graças a FEIRA DE CIÊNCIAS!


ENSINOFAZER-pq1

Culinária: SORVETE FÁCIL!

      Olá! quero compartilhar com vocês compartilhando uma receita que aprendi com a minha mãe, quando eu ainda era bem criança (já faz tempo, hehehehe), mas me lembro como se fosse hoje.
     Mamãe pegava de 6 a 12 bananas Nanicas, bem madurinhas, as descascavam e deixavam-nas no congelador pela manhã, logo após o nosso café. Quando a gente acabava de almoçar, ela tirava a mesa e ia até a cozinha. Pegava as bananas super geladas, e colocava em um liquidificador e colocava as bananas uma a uma enquanto ia batendo na velocidade máxima.
     Aquilo ficava um creme tão saboroso e concistente que em muito se parece com sorvete!
     A gente se esbaldava com aquela massa geladíssima de bananas, que além de saudável, é natural e muito gostoso.
Sorbetbanana     Tinha vezes que a gente polvilhava um pouco de Ovomaltine em cima.  Em outras vezes a gente polvilhava um tiquinho de Canela.  Sei que era incrível.
     Hoje em dia posso repetir a receita de minha mãe, porém eu uso um processador ao invés do bom e velho liquidificador, e obtenho o mesmo efeito, ou seja, SORVETE!!!
     Então, espero que você possa desfrutar desse delicioso “sorvete natural”, facílimo de fazer e delicioso de comer, combinado com chocolate, canela, mel, Neston, Leite em pó, ou o que mais sua imaginação mandar.
     E você?  tem alguma receita de infancia que você lembra?  quer compartilhar com a gente? escreva a sua receita aqui nos comentários e também dê uma nota, ok? ENSINOFAZER-pq1
     Um grande abraço!

RECEITA: Mini Pizza!

Olá, hoje eu escolhi uma receita de mini pizza, que pode ser usada a qualquer momento, festas, reuniões, lanche da tarde ou seja quando você quiser. É muito fácil e gostosa e, com certeza, vai fazer a alegria de muita gente!
Mas, antes da receita, uma curiosidade: De onde vem a Pizza?
Vem mesmo dos italianos a ideia e origem da pizza . Mas existem várias outras hipóteses para explicar a chegada dela à Itália. A principal delas conta que os fenícios costumavam acrescentar ao pão coberturas de carne e cebola já há três séculos antes de Cristo. Segundo historiadores e arqueólogos, o pão deles era parecido com o pão sírio, ou seja, redondo e chato como um disco.
A mistura também foi adotada pelos turcos, que preferiam cobertura à base de carne de carneiro e iogurte fresco.  O sociólogo Gabriel Bollaffi, da USP conta-nos que “Durante as Cruzadas, no século XI, o pão turco foi levado para o porto italiano de Nápoles”. Aí os napolitanos tomaram gosto pelo petisco e aperfeiçoaram-no, tanto a massa quanto as coberturas. Assim, usando trigo de boa qualidade para a massa e coberturas variadas, com destaque especial para o  queijo. Então, pouco tempo depois da introdução do petisco em Nápoles nascia a pizza quase como a conhecemos hoje. Faltava só o tomate que vindo da América e  introduzido na Itália no século XVI,  foi incorporado como ingrediente tão básico quanto o queijo.
A mais antiga pizzaria que se conhece está em Nápoles e foi fundada em 1830 e chama-se Port’Alba. A pizza Margherita também surgiu nessa cidade, em 1889, feita de encomenda para o rei Umberto I e a rainha Margherita.
Bom, chega de história e vamos à receita.  
**A foto é uma sugestão e foi extraída do Google images!

Ingredientes:

1 kg de trigo
1 colher de sopa de açúcar;
1 colher de chá de sal;
2 colheres de fermento em pó;
1 copo de óleo;
Leite morno até dar ponto.
Esta receita rende 30  mini pizzas.
Modo de fazer
É muito simples. De preferência faça sobre uma superfície de mármore para não grudar. Misture o trigo, o sal, o açúcar , o óleo e o fermento em pó. Após misturar um pouco,   acrescente um pouco de leite e amasse. Continue acrescentado o leite e vai amassando até que a massa não grude mais em suas mãos;  esse é o ponto que queremos. Vá jogando farinha de trigo em uma superfície lisa e divida a massa em 30 porções (bolinhas) mais ou menos do mesmo tamanho. Abra as massas  na superfície enfarinhada, agora é só você usar a sua imaginação e cobrir as  mini pizzas  com uma cobertura de sua preferência e assar.
Se preferir, você pode congelar a massa para usar outro dia. Faça o seguinte: asse somente as massas das pizzas sem o recheio,não deixe dourar, depois de assada deixe esfriar coloque o recheio embale em papel próprio para embalar e congele, pode ficar até uns 30 dias congelada, na hora de assar descongele-as antes.
Gostou? escreve aqui embaixo as suas experiências. VAi ser útil e vai inspirar outras pessoas a participarem também. Aproveite e se inscreva para ser avisado sempre que air alguma novidade aqui no blog.
Um abraço! ENSINOFAZER-pq1



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

RECEITA: CHIMACÔCO – O Chimarrão de Coco Ralado

Essa é uma receita muito fácil de fazer e muito bem vinda naquelas noites frias com a galera ou até mesmo com a sua namorada ou namorado, vendo aquele filminho. Então prepare os ingredientes e aprenda a fazer um Chimacoco, o chimarrão de coco ralado.


A receita é muito fácil e vão poucos ingredientes (pra não falar dois), se você já é adepto a tomar um chimarrão ou tereré, vai ser moleza de preparar. Então vamos a receita.
Ingredientes
1 pacote de coco ralado
Leite (a quantidade varia de acordo com o quanto você vai tomar)
1 bomba de chimarrão
1 copo térmico (pode ser qualquer copo, mas aconselho um térmico para não queimar as mãos e manter a bebida quente por mais tempo)
Modo de fazer
Coloque a bomba no copo, em seguida despeje o coco ralado até um pouco mais que a metade, a quantidade vai variar de acordo com o tamanho do copo, só não encha até a boca, depois é só esquentar o leite, não precisa ferver, quando você achar que já está quente o suficiente é só tirar do fogo e derramar dentro do copo até cobrir o coco ralado e pronto, está feito o seu Chimacoco.
Agora é só ir completando com leite e tomar cuidado para não se queimar. Se quiser pode colocar um pouco de leite condensado também que fica uma delícia. 
PS: Se quiser pode usar a própria cuia de chimarrão ou tereré, mas não sei se vai ficar muito bom.
Também, para completar esse post, veja abaixo os benefícios do Côco:
Coco

Quando se fala em coco a primeira coisa que vem a cabeça é o coco-da-baía. No entanto, todos os tipos de palmeiras produzem coco. Nos trópicos, o coco é muito apreciado, tanto pelos turistas como pelos nativos. No Brasil, seus maiores cultivadores são: a Bahia, o Amazonas, Pernambuco, Maranhão e Piauí. O coqueiro gosta de clima quente e úmido. Sua altura pode chegar a 30 metros. Também existem variedades anãs, que não ultrapassam três metros. A casca do coco e relativamente fina e lisa. Por baixo, há uma espessa capa fibrosa que envolve uma camada muito dura, dentro da qual fica a semente, uma massa suculenta e de cor branca. Quando o coco é verde, essa parte é pouco desenvolvida e mole, guardando muita água no seu interior. Á medida que o coco vai amadurecendo, a parte carnosa se torna mais consistente e a água diminui. A massa pode ser consumida crua, em seu estado natural, ralada, ou ainda transformada em deliciosos pratos culinários. Propriedades: O côco-da-baía é rico em proteínas, gorduras, calorias, sais, hidratos de carbono e vitaminas A, B1, B2, B5 e C. Seus efeitos curativos se devem, principalmente, ao seu conteúdo de magnésio. O ser humano necessita dele para conservação da tensão muscular. Sabe-se que a polpa do coco age como adstringente nas hemorróidas. A água de coco verde é deliciosa, refrescante, nutritiva e terapêutica, além de exótica. Sua composição físico-química é semelhante à do soro fisiológico. São muitos os benefícios da água do coco.Por exemplo:
  • hidrata e amacia a pele
  • reduz o nível de colesterol
  • combate a verminose infantil
  • previne e auxilia no tratamento da artrite
  • controla a pressão arterial
  • combate a desidratação
  • repõe imediatamente a energia
  • evita vômitos e náuseas durante a gravidez
  • depura o sangue
  • é calmante natural
  • reduz a febre
  • trata de úlcera estomacal
  • combate a prisão de ventre
  • previne o enjôo causado pela maresia
Agora, “falando” sobre gramática, a solução de uma dúvida bem comum: Afinal, a palavra “COCO” tem ou não acento circunflexo? A resposta é não, não tem. Embora muita gente escreva CÔCO o certo é COCO.
Bom galera essa foi a dica de hoje para esquentar aqueles dias frios desse inverno. Então faça o seu Chimacôco e deixe sua opinião nos comentários.
Fonte: Minha variação do famoso “frapê de coco”.











quarta-feira, 1 de setembro de 2010

MISTURA ESPUMANTE ou MÁQUINA DE ESPUMA


Está aqui uma experiência muito legal e divertida para você fazer com seus filhos.
Você vai precisar de:
  • Água
  • 2 tubos de ensaio ou copo de formato similar
  • Sabão em pó
  • Colher de chá
  • Vinagre
  • 2 mexedores científicos (baquetas de vidro, mas, na falta desses, serve canudinhos de refrigerante ou palitinho chinês)
  • Bicarbonato de sódio
  • Óculos de proteção
Faça uma bagunça com essa máquina de espuma feita de vinagre, <br />bicarbonato de sódio e sabão em pó

Seus filhos vão adorar quando você disser que vão brincar de “Cientistas Malucos”! Vai ser uma festa só. Pronto para a bagunça? 
Segurança primeiro
  • Seus filhos devem usar óculos de proteção nesta atividade. Os óculos são só para evitar que a mistura - (que é efervescente mas não gera calor) – atinja os olhos,  pois senão irão arder. Nesse caso, basta lavar com água corrente. É como tirar sabão dos olhos quando lavamos a cabeça! 
  • Faça essa atividade em uma área coberta ou na pia.

RECEITINHA:

Passo 1:  Peça a seus filhos para colocar o óculos protetor e depois para colocar meia colher de chá de sabão em pó dentro do tubo de ensaio A  e encher um terço do tubo com vinagre. Mexer gentilmente.

Passo 2:
Peça a seus filhos para colocar 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio no segundo tubo de ensaio B e completar até 1/3 com água. Mexer gentilmente com o segundo misturador.

Passo 3: Em seguida, peça-lhes que coloquem o conteúdo do tubo B no tubo A e observem o que acontece. Eles vão ver a espuma sair para todos os lados.
A EXPLICAÇÃO:
O vinagre é um ácido e o bicarbonato de sódio é um alcalino produziram uma reação química: dióxido de carbono. O Dióxido de carbono é um gás, e, combinado com o sabão em pó, o dióxido produz a espuma que se esparrama para fora do tubo de ensaio.
É legal saber...
1) O bicarbonato de sódio é uma substância química que ocorre em todos os seres viventes. Ele ajuda a manter o pH do organismo em equilíbrio. A escala de pH nos diz se uma solução é ácida ou alcalina. Um pH 1 é muito ácido e um pH 6 é levemente ácido. Um pH de 7 é neutro; água destilada tem pH 7. Um pH 8 é levemente alcalino e um 14 é muito alcalino.

2) O Dióxido de carbono ajuda a apagar fogo, pois é um gás que “não queima”. Então, em breve vou ensinar como fazer um Extintor de Incêndio a base de Vinagre e Bicarbonato de Sódio.
Curtiu? Então dê uma nota de 1 a 5 aqui em baixo e indique este post!
Fonte: Livros de química.ENSINOFAZER-pq1













Usando a tecla PRINT SCREEN

Você sabe para que serve a tecla PRINT SCREEN que existe no teclado? 

Essa tecla tem uma utilidade muito importante, apesar de pouco conhecida. Sabe qual é? Ela serve para capturar telas do Windows. Quer saber como?
Agora mesmo, faça o seguinte:

1) Clique na tecla PRINT SCREEN.

2) Abra um texto em branco no Word (ou PAINT).
3) Tecle em COLAR (CTRL+V).
4) A tela ou imagem que está na tela do monitor, na sua frente, agora está colada no documento do Word. É uma figura.

NOTAS:

1) Se você segurar a tecla ALT e clicar em PRINT SCREEN, somente a janela que está ativa será copiada.

2) Ao invés de colar no Word, você pode colar em qualquer outro programa editor de imagens tais como: Photoshop, Fireworks, Printshop, etc.. Essa tecla PRINT SCREEN é muito utilizada por quem faz apostilas de manuais de programas, onde quer que apareça a tela do mesmo. Eu a uso muito para capturar figuras de e-mails, sites, ou de apresentações do Power Point. Quer aprender como fazer isso? Faça assim:


1) Quando a imagem da apresentação do Power Point estiver toda na tela do monitor, tecle PRINT SCREEN.

2) Toda a imagem da tela será copiada para a memória interna do Windows.
3) Abra seu editor de imagens, Paintbrush, MGI, Photoshop, etc.
4) Tecle CTRL+V para colá-la.
5) Você terá toda a tela capturada e colada.
6) Então, recorte a imagem que você quer, melhore as cores, edite, coloque efeitos, etc.
7) Salve-a com a extensão jpg se for uma fotos e gif se for desenho. Estas duas extensões salvam a imagem com tamanho reduzido em Kbytes. O tamanho ideal para as imagens em e-mails varia de 20 a 300 Kb. sucesso pra você!!!

Fonte: Tutomania





domingo, 15 de agosto de 2010

20 Dicas para o seus Cabelos ficarem sempre Lindos e Saudáveis


Praticamente todas as mulheres "brigam" com seus cabelos no dia a dia, e nunca estão satisfeitas.
Pensando nisso, pesquisei e achei uma matéria onde experts na área dão dicas valiosíssimas.
Veja alguns truques encontrados na Revista Cabelos & Cosméticos para deixar seus cabelos, no mínimo, do jeito que você quer!
1. Cachos modelados" Espalhe uma quantidade equivalente a uma moeda de R$1 de creme para modelar cachos nos fios ensopados (se forem longos), ou uma de R$0,25 (caso sejam médios). Depois, incline a cabeça para o lado, coloque uma toalha na ponta e amasse-os bem, de cima para baixo, repetidas vezes. Esse movimento vai absorver o excesso de umidade e modelar os fios. E, melhor, dispensa uso de secador", ensina o hairstylist Marco Antônio de Biaggi, MG Hair Design (SP).
2. Brilho intenso  "Uma vez por semana, procure usar, no último enxágüe da lavagem dos fios, água-de-coco. O efeito é fantástico! Funciona até para madeixas coloridas e ressecadas", assegura o colorista Juha Antero, do MG Hair Design (SP).
3. Fim do frizz "Fios elétricos podem ser domados com a pomada, de forma fácil, fácil. Com o polegar, retire um pouco do produto até que ele preencha metade da unha. Coloque-o na palma da mão, esfregue bem para esquentar e espalhe pelo cabelo já seco, principalmente nas partes da cabeça onde costumam armar", orienta o cabeleireiro Charles Veiyga, do MG Hair Design (SP).
4. Baixa de oleosidade "O melhor caminho é lavar as melenas com água morna. Se ela estiver gelada, irá estimular o trabalho das glândulas sebáceas, causando excesso de sebo. Caso esteja muito quente, vai retirar toda a oleosidade e ressecar os fios", ensina Juha. Ele também orienta a não exagerar na hora de aplicar o xampu normal ou o de limpeza profunda. "O ideal é colocar um pouco na palma da mão e diluir em algumas gotas de água. Assim, o xampu fica menos concentrado e facilita sua retirada na hora do enxágüe".
5. Clássico forever "O chanel assimétrico é ideal para um visual mais despojado e garante versatilidade na hora de compor o visual", diz o hairstylist Celso Kamura, do salão C. Kamura (SP). "Para manter o penteado impecável, aplique pomada seca somente nas pontas, empurrando os fios para trás com os dedos, e deixe secar naturalmente", ensina.
6. Penteado duradouro "Esse efeito é obtido com o uso da pomada Zip Styling, da Avon. Ela é excelente para definir penteados, deixando os fios maleáveis e com brilho o dia todo. Funciona bem tanto para marcar mechas nos lisos como para realçar cachos. Também elimina o aspecto elétrico da escova. O efeito é tão bom quanto o oferecido pela pomada n° 2, da Redken", ensina o cabeleireiro Alan Albuquerque, do MG Hair Design (SP).
7. Volume domado Use creme para pentear depois do condicionador. Ele auxilia a deixar os fios mais disciplinados. Agora, se o cabelo é liso e com muito volume, esfregue uma pequena quantidade de cera nas mãos e espalhe nos fios. Além de controlar o volume, ajuda a disciplinar o frizz.
8. Hidratação power Hidrate os fios uma vez por semana, se eles forem secos; e uma vez a cada 30 dias, se forem normais ou oleosos. "O segredo é lavar o cabelo com xampu de limpeza profunda e depois com o de costume. Retire o excesso de água com uma toalha, separe as melenas em mechas e só então aplique o produto da raiz às pontas, como se estivesse alisando uma corda. É só deixar o tempo indicado pelo fabricante e enxaguar até retirar todo o creme", ensina Celso Kamura.
9. Nada de ponta dupla "Neste caso, só um bom corte no cabelo pode acabar com o problema. No entanto, para prevenir as pontas duplas, óleo siliconizado auxilia muito, se usado apenas nas pontas. É sempre bom ter um no nécessaire, pois ele também ajuda a assentar os fios e a manter o penteado por mais tempo", garante Celso Kamura.
10. Perfeição nos cachos "Madeixas cacheadas pedem um corte em que a franja e todo o barrado do cabelo sejam desbastados, ou seja, tenham o seu excesso eliminado. Em seguida, para realçar o penteado, nada melhor do que aplicar um leave-in suave no comprimento e nas pontas e secar as melenas com difusor. O resultado é incrível", assegura o cabeleireiro Wilson Eliodório, do WE Angel (SP).
11. Ondulado sem babyliss "Esse truque eu passo quando minhas clientes têm uma festa ou evento e não há tempo para marcar hora no salão: com o cabelo lavado e seco, torça todo o comprimento e prenda como em um coque. Deixe por algumas horas. Quando for sair é só soltá-lo. As mechas ficam lindas, bem definidas", explica Celso Kamura.
12. Não acorde descabelada enrole bem o cabelo e faça um coque antes de dormir. Esse truque valoriza o ondulado de tal maneira que vai parecer que acabou de sair do salão logo de manhã. Fazer a velha e conhecida touca também ajuda a não acordar com os fios armados.
13. Curto ousado "O tradicional chanel fica com uma cara contemporânea se os fios forem bagunçados. Valorize o ar displicente da franja na altura do nariz com pomada em spray e chapinha, depois de secar com o secador", orienta Wilson Eliodório.
14. Coloração precisa para realçar a cor dos fios com uma tonalidade uniforme, invista nos tonalizantes - que dão conta do recado. No caso de madeixas com várias mechas, o spray de brilho é um grande aliado para intensificar as nuances.
15. Presilhas, elásticos e afins Tenha sempre à mão um desses acessórios. Quando menos se espera eles irão ajudar a salvar o seu dia, principalmente quando as madeixas precisarem de uma força extra para permaneceram no seu devido lugar.
16. Pontas duplas camufladas Não se esqueça de espalhar um bom reparador de pontas depois que pentear o cabelo. Esse produto é ótimo para esconder as pontinhas cheias de "bifurcações" enquanto a tesoura não entra em ação.
17. Visual de divaIsso mesmo! Você pode ficar assim de forma rápida e prática. Basta enrolar alguns bobes grandes em toda a cabeça antes de entrar no banho. O vapor da água quente ajudará a modelar e criar ondas supersensuais no cabelo.
18. Volume certeiro Muitas vezes, a culpa dos fios extremamente armados é pura e simplesmente dos acessórios que você utiliza para pentear a cabeleira. Por isso, muita atenção nessa hora. As escovas almofadas aumentam o volume - por isso, fique longe se os fios forem crespos ou ondulados. Já as redondas ajudam a alisar, e os pentes, a desembaraçar sem tirar o formato original das melenas.
19. Fios perfumados Nada pior do que ficar com o cabelo cheirando a fumaça de cigarro ou poluição. Por isso, se tiver que emendar o trabalho com um encontro com o gatinho - e não terá como lavar os fios -, aposte nos sprays de brilho impermeabilizante de odores. Esses produtos devem ser aplicados antes de você sair de casa, já que eles formam uma película protetora sobre a fibra capilar e evitam que os cheiros se fixem no interior do fio.
20. Ao natural Se seus cabelos são longos, finos e com um leve ondulado, use leave-in próprio para os cacheados, que relaxam e soltam as ondas nos fios úmidos. Depois, é só deixar secar naturalmente.
Espero que tenham gostado das dicas. Comentem.

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Culinária: SORVETE FÁCIL!

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